Posso me considerar uma velha amiga da leitura e da escrita.
Desenvolvi a capacidade de ler e interpretar figuras bem cedo, até um pouco
precoce, ouso dizer.
Acredito que a paixão pela leitura ocorreu por incentivo dos
meus pais e de meus quatro irmãos, que sempre tinham livros cheios de
ilustrações ou revistas doadas pela minha tia, para recortes. Comecei a
misturar leitura com diversão e a partir daí, criei gosto pela coisa.
Quanto a escrita, lembro bem que algumas professoras do
ciclo II me pediam para passar textos na lousa, pois achavam minha letra muito
bonita. Aquilo me enchia de orgulho, afinal poucos na minha sala recebiam
elogios como esse.
Nos últimos anos do ciclo II já confeccionava boas redações,
porém foi no Ensino Médio que desenvolvi a capacidade de dissertação! O que
para muitos era uma chateação tremenda, para mim era um deleite. Tive uma
professora muito querida, que sempre solicitava uma redação “livre”, onde você
criava seu próprio assunto e a partir dele desenvolvia uma idéia.
E hoje, como professora de Ciências, posso dizer
que esta capacidade de desenvolver bons textos e de ser apaixonada por leitura
me abriu os olhos para muitas coisas, pessoais e profissionais.
Olá Eliane, adorei que você ressaltou em seu texto a importância dos temas livres, deixando os alunos escreverem sobre aquilo que gostam ou se interessam, nestes momentos descobrimos talentos que estavam escondidos.
ResponderExcluirOlá Eliane, adorei que você ressaltou em seu texto a importância dos temas livres, deixando os alunos escreverem sobre aquilo que gostam ou se interessam, nestes momentos descobrimos talentos que estavam escondidos.
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